PODER POPULAR COMUNITARIO.

DESDE LOS TERRITORIOS,LA COMUNA Y LOS BARRIOS.DESDE EL PODER DE LAS BASES Y LA DEMOCRACIA POPULAR.

domingo, 26 de abril de 2026

Correo de los Trabajadores. Mundo tecno-capital: El manifiesto de Palantir, el plan para forjar un Occidente tecnofascista......., Manolo de los Santos: “Fidel no daba discursos, dirigía cursos de formación política” x Frank Martínez Rivero. Sobre la Conferencia Magistral “La palabra hecha Revolución: Fidel y la comunicación” del director de The People's Forum en el V Coloquio Internacional Patria, en La Habana......,Paco Moreno. Como todos los sábados, comentarios sobre un libro leído por Paco Moreno.......“Soy el presidente más sionista del mundo”. Nota de Sergio Ortiz. Sergio Ortiz ​Aram Aharonian​.......Derechas radicales: ni ola imparable ni fenómeno pasajeropor . Revista Jacobin.....,,

     PODER POPULAR COMUNITARIO,

BRONX,NY.

DESDE LOS TERRITORIOS,LA COMUNA Y 
LOS BARRIOS.DESDE EL PODER DE LAS 
BASES Y LA DEMOCRACIA COMUNAL POPULAR..

26 DE ABRIL DE  2026

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El día del libro.
En una rueda de prensa desde la Casa Blanca, ofreció detalles de lo ocurrido y sostuvo que el atacante fue reducido rápidamente por el Servicio Secreto.


El presidente estadounidense participaba en la cena anual de la Asociación de Corresponsales de la Casa Blanca
Leer más >>Mundo tecno-capital: El manifiesto de Palantir, el plan para forjar un Occidente tecnofascista.
Correo de los Trabajadores

Paco Moreno

En 1898 los Estados Unidos le arrebataron a España sus últimas posesiones en América y en el Pacífico. En las islas Filipinas los estadounidenses impusieron el idioma inglés. En España he conocido filipinos que estaban aprendiendo español para poder leer sin traducción las obras de José Rizal, Graciano López, Pedro Paterno, José Palma (autor del himno nacional filipino en castellano) y demás clásicos de su propia literatura.

José Mercado fue un poeta puertorriqueño nacido en Caguas en1863 y muerto en 1911. Vivió la invasión de su isla por el ejército gringo y temió que también hicieran desaparecer su idioma, por lo que escribió el siguiente poema defendiéndolo:

 

Lengua inmortal que hablaron mis abuelos,

tan bella como tú no hay lengua humana;

por tus frases enérgicas obtuve

el hermoso concepto de la Patria

y al abrir de la Historia el libro inmenso,

supe que fueron tuyas las palabras

que pronunció Colón mirando al cielo

al descubrir la tierra americana.

Eres raudo torrente. Te despeñas

y caes en deslumbrante catarata

llenando de sonidos el espacio

y de notas de fuego que se apagan

con ese ritmo vago y misterioso

de un suspiro de amor. Sonora y clara

expresas la pasión; y el pensamiento

por ti se viste de brillantes galas.

Lengua inmortal, a tu existencia unida

por siempre esté mi tierra borincana.

Tronó el cañón, soldados extranjeros

aquí pusieron su pesada planta,

y se cumplió una ley inexorable,

y su gran infortunio lloró España.

Ese lazo que ayer rompió la fuerza

átalo tú, mi lengua castellana,

mensajera perenne de concordia,

cruza el inmenso mar que nos separa

y lleva de la América mestiza

a la nación que nos enseñó a hablarla,

con el pobre cantar del bardo triste,

el beso fraternal de nuestras almas:

¡que se puede cambiar una bandera,

pero los sentimientos no se cambian!

Terras raras não são farelo de soja

Por Roberto Amaral*

A ciência política, na sociedade globalizada pelo capitalismo monopolista, nos fala de uma soberania nacional relativa, fragmentada. O conceito cobra a revisitação da ciência política, tal sua fragilidade e imprecisão no quadro da ordem internacional em crise, quando as forças que contam — e são as potências nucleares — ferem de morte o multilateralismo, abandonam as mesas de negociações e adotam o baraço e cutelo — a guerra tour court — como ponto de partida e ponto de chegada do diálogo de uma só voz. Como o diálogo do cordeiro com o lobo, consagrado por Jean de La Fontaine.

A realidade de hoje é a de um mundo em guerra, aflito; um mundo de interrogações e receios, um presente de conflitos em série que nos faz temer o futuro. Até aqui, sugerindo-nos alívio, os senhores da guerra têm conseguido manter sob algum controle suas operações, e vêm mantendo mais ou menos circunscrito o teatro onde despejam bombas, matam civis, destroem cidades. Mas, ensina-nos a história, o rastilho de pólvora quase sempre realiza seu destino.

A guerra que os EUA, auxiliados pelas tropas do sionismo, promovem contra os palestinos, os libaneses e o povo iraniano — uma civilização de mais de 4 mil anos que Donald Trump, perigoso criminoso de guerra à solta, prometeu fazer retornar à idade da pedra — integra uma estratégia maior, bem mais complexa, porque cuida da disputa com a China em moldes que lembram a Guerra Fria dos tempos do confronto URSS-EUA. 

O conflito de hoje, porém, já pervade o mundo, caminhando por outros meios, atingindo a economia em escala planetária: inflação, queda do PIB, concentração de renda, aumento da pobreza. Na outra ponta, o extraordinário crescimento dos orçamentos bélicos, anunciando o breve futuro.

A guerra de hoje compreende, além do cardápio clássico, os inumeráveis recursos da “guerra híbrida” e o papel da “internacional neofascista” que, a partir da Casa Branca, lança mão de todos os instrumentos, meios e recursos disponíveis, quaisquer, legais ou não: embargos, boicote comercial, sequestro de bens e recursos monetários, sabotagens, assassinatos etc., para alcançar seus objetivos. 

A listagem não tem fim — e jamais nos esqueçamos dos préstimos da CIA e dos Marines.

Em nosso continente, que conheceu tantos golpes e ditaduras militares, já há o que registrar, e não é nada bom: a resistência ao imperialismo refluiu para os governos de centro-esquerda, hoje restritos, além do Uruguai, ao Brasil e à Colômbia, que enfrentarão eleições presidenciais desafiadoras no próximo semestre. Delas participará ativamente a internacional neofascista, comandada pela Casa Branca, instrumentalizando a guerra híbrida que desde sempre se abate sobre nossos países.

O conceito de “guerra híbrida” compreende os meios que visam a enfraquecer o adversário, sem necessariamente recorrer aos recursos convencionais. Opera influenciando decisões estratégicas, redefinindo alinhamentos geopolíticos, por exemplo, as pressões visando a afastar o Brasil do bloco dos “não alinhados”, lá atrás, e agora as restrições aos BRICS e o mau humor da Casa Branca olhando de viés para a presença da economia chinesa na América do Sul e entre nós.

No plano geral, conhecem-se as sanções econômicas, as políticas de desinformação e manipulação da opinião pública utilizando os meios de comunicação locais. Exemplos fornecidos pela conjuntura são o tarifaço de Trump e, em associação, as pressões pelo controle de nossas reservas de terras raras, como foram, em anos passados, as maquinações contra a Petrobras e o monopólio estatal do petróleo, a que devemos hoje nossa sobrevivência econômica. Mais recentemente, registre-se a sabotagem ao programa nuclear brasileiro. Há, sempre, interação entre atores externos e internos, como o sistema financeiro e as empresas de comunicação.

As dificuldades brasileiras visando à conquista do monopólio estatal do petróleo voltam à balha hoje, quando o país desperta para a necessidade estratégica de controle de recursos minerais críticos, como as terras raras, alvo dos interesses dos EUA e objeto do entreguismo larvar da direita brasileira. 

As discussões retomam o cantochão reacionário dos tempos da campanha em defesa da Petrobras. Naquele então, a direita combatia a solução estatal, que nos salvou, é preciso repetir; hoje, em nome de um neoliberalismo canhestro, rejeita a opção da estatal brasileira para a exploração das terras raras e, ao mesmo tempo, defende o caminho livre para empresas estrangeiras, sejam estatais, sejam simplesmente apoiadas pelos governos de seus países. 

A história mais uma vez se repete: permanecemos como fornecedores dos produtos primários de que as grandes potências carecem: seja o açúcar, seja o ouro e a prata, seja o algodão, seja o café, seja o minério in natura. Fornecedores de matéria-prima, nos conformamos como importadores de manufaturados; assim cresce o agronegócio exportador de alimentos não processados — frango, carne bovina, soja, milho etc. — enquanto a indústria brasileira de transformação vive anos de crise.

A exploração das terras raras no Brasil expõe um paradoxo incômodo. O país detém reservas abundantes e condições geológicas privilegiadas, mas segue ocupando posição periférica na produção e, sobretudo, no processamento industrial — muito atrás de potências como China, EUA e até economias emergentes que avançaram com estratégia e decisão.

Como observa Gilberto Sá (“Proposta para recriar uma cadeia industrial de terras raras no Brasil”), o  potencial brasileiro é conhecido. O território reúne alguns dos maiores recursos de elementos terras raras (ETRs) do mundo, distribuídos em depósitos primários e secundários. Minas Gerais (Araxá, Poços de Caldas), Goiás (Catalão) e Amazonas (Pitinga) concentram ocorrências relevantes. Ali estão minerais que carregam o futuro tecnológico: neodímio, praseodímio, disprósio e térbio — insumos críticos para turbinas eólicas, veículos elétricos, eletrônicos avançados e sistemas de defesa. Em qualquer leitura séria do cenário global, trata-se de ativos estratégicos.

Ainda assim, o Brasil permanece à margem da cadeia de valor. E não por falta de capacidade, mas por ausência de decisão. Mais uma vez, o lobby de grandes grupos — nacionais e estrangeiros, frequentemente indistintos em seus interesses — pressiona para manter o país na condição subalterna de exportador de matéria-prima. Exportamos o minério bruto; importamos, a preço elevado, os produtos de alto valor agregado. Um padrão conhecido — e reiterado.

O momento internacional, no entanto, joga a favor de uma inflexão. A concentração da produção em poucos países e as tensões comerciais globais abriram espaço para a diversificação das cadeias de suprimento. O Brasil poderia, se quisesse, afirmar-se como ator soberano nesse mercado, escolhendo parceiros e definindo sua inserção com base em interesse nacional — sem alinhamentos automáticos. Mas, outra vez, hesita. Outra vez, corre o risco de perder o trem da história.

Não se trata de um salto no escuro. O país já esteve nesse caminho. Ao longo do século XX, o Brasil desenvolveu uma indústria estruturada em torno da monazita, produzindo concentrados de terras raras e dominando etapas relevantes do processamento. Houve capacidade instalada, pesquisa, inovação. Produziam-se compostos industriais e avançava-se nas técnicas de separação e purificação — num cenário em que poucos países detinham esse conhecimento.

Esse sistema foi desmontado. Indústrias foram fechadas, equipes dispersas, conhecimento acumulado dissipado. O que se perdeu não foi apenas produção, mas memória tecnológica.

Hoje, a fragilidade do setor não decorre de limitações técnicas, mas de descontinuidade estratégica. O país sabe fazer — mas deixou de fazer. Retomar esse caminho exige mais do que reconhecer o potencial: exige política de Estado, coordenação entre mineração, indústria e meio ambiente, e visão de longo prazo.

A experiência internacional é clara: liderança não nasce do acaso, resulta de planejamento persistente. O Brasil, repito, já demonstrou que pode trilhar esse percurso. O que está em jogo agora é saber se haverá vontade política para reconstruí-lo — ou se, mais uma vez, o país abrirá mão de transformar sua riqueza natural em soberania tecnológica e protagonismo próprio.
Hoje, o país se imola, incapaz de dar um passo à frente, que é a tomada pelo Estado da lavra, pesquisa, refinamento e aproveitamento de terras raras para seu próprio consumo, segundo seus interesses estratégicos, e não simplesmente atendendo às demandas de outros países carentes desse minério. Terras raras não podem ser tratadas como mais uma commodity, como o ferro-gusa que exportamos para a China, para dela depois importarmos lingotes e trilhos.

A tendência presente, lamentavelmente, é a abertura de nossas reservas para a exploração industrial e comercial internacional, muitas vezes predatória.

Omite-se o Estado, avançam as multinacionais. É o caso da norte-americana USA Rare Earth, instrumento de política de Estado daquele país, recentemente reforçada com o acesso a USD 1,6 bilhão. Tudo tem sua causa e seu efeito: há poucos dias, a USA Rare Earth anunciou a compra da mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, Goiás, pela bagatela de USD 2,8 bilhões, com contrato de 15 anos, seguindo instruções da Casa Branca, preocupada em reduzir a dependência da China. Como informa o economista Diógenes Moura Breda (“Terrabras e as ideias verdadeiramente fora de lugar”, Carta Capital, 21/04/2026), a empresa adquirida “opera a mina Pela Ema, único depósito de argilas iônicas de terras raras fora da Ásia capaz de produzir em escala os quatro elementos utilizados para a fabricação de ímãs permanentes (neodímio, praseodímio, disprósio e térbio), aqueles utilizados em veículos elétricos, aerogeradores, equipamentos eletrônicos e de defesa”.

As riquezas do subsolo brasileiro — jazidas e recursos minerais — não constituem mercadoria qualquer: são patrimônio inalienável da Nação, pertencente à União, como consagra o artigo 176 da Constituição Federal. Às empresas mineradoras, inclusive às de capital estrangeiro, não se confere a propriedade dessas riquezas, mas apenas o exercício precário e condicionado de concessões de lavra. Tais concessões, nos termos do Código de Mineração, subordinam-se de forma estrita ao interesse público e aos imperativos da soberania nacional, podendo — e devendo — ser revogadas ou não renovadas sempre que contrariem os interesses superiores do país.

No caso das terras raras, em geral, e da mineradora Serra Verde em particular, está-se diante de ativos de inequívoco caráter estratégico, cujo controle não pode ser relegado às forças do mercado ou a decisões orientadas por interesses alheios ao desenvolvimento nacional. Trata-se de recursos decisivos para a autonomia tecnológica, a segurança econômica e a inserção soberana do Brasil no sistema internacional. Por isso, impõe-se sua submissão rigorosa a instrumentos de controle público, até que se institua um marco legal que as reconheça formalmente como minerais estratégicos e assegure, de modo efetivo, sua gestão sob primazia do interesse nacional.

Entretanto, o cenário que se delineia caminha em sentido inverso. Assiste-se, com crescente apreensão, ao avanço de um processo de alienação de um patrimônio que deveria ser resguardado como reserva constitucional da Nação — um patrimônio cujo potencial para alavancar a superação do subdesenvolvimento brasileiro é não apenas evidente, mas historicamente decisivo.

Não se trata, como sublinha Breda, de atribuir às terras raras o papel de panaceia de um projeto nacional — não o são. Mas tampouco se pode ignorar que sua entrega ao capital estrangeiro, em regime de exploração desregulada, tende a reafirmar, de forma quase inexorável, a posição do Brasil como economia primário-exportadora, subordinada na divisão internacional do trabalho.


*Com a colaboração de Pedro Amaral

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Paco Moreno.

Como todos los sábados, comentarios sobre un libro leído por Paco Moreno.

Paco Moreno

El caballo de oro

Juan David Morgan

 

Este libro, bellamente editado y sumamente errado, expone los sacrificios y las ambiciones, las heroicidades y las vilezas que rodearon la construcción del primer ferrocarril transcontinental de América, el primero que unió las costas de los dos mayores océanos del Mundo. Las empresas Union Pacific Central Pacific unieron me­dian­te un ferrocarril de 2.900 kilómetros las poblaciones de Omaha, en Nebraska y Sacramento, en California completando la conexión de costa a costa y el Tran­si­beriano, después de recorrer 7.380 kilómetros, conecta las ciudades de Moscú y Vladivostok. Sin embargo nuestro ferrocarril, de apenas 77 kilómetros de lon­gi­tud no cede en importancia a estos u otros ferrocarriles, si tenemos en cuenta el sacrificio de los diez mil seres humanos que dejaron sus vidas construyéndolo, la cantidad de pasajeros que lo usaron deslumbrados por la fiebre del oro y su contribución al desarrollo de la mitad occidental del país más poderoso del Mun­do.

Las novelas históricas tienen la ventaja de recrear en sus personajes los sentimientos, las emociones y las circunstancias psicológicas que originaron o a­com­pañaron a los hechos históricos, cosa que la aridez rigurosa de los libros de historia no puede expresar.

Este es uno de los libros que todos los panameños deberían leer para tener conciencia de una parte muy importante de la historia de este país, opa­ca­da por otra maravilla de la ingeniería que le restó protagonismo: el Canal de Pa­na­má.

El autor demuestra una vez más la calidad de su prosa y su habilidad en el manejo de las situaciones y la psicología de los personajes. Sin embargo, con­sidero que, como toda obra humana, adolece de algunos desaciertos o erro­res que comentaré a continuación por si el autor considera tenerlos en cuanta en próximas ediciones. 

Empieza con una dedicatoria, un mapa de la ruta original del ferrocarril transístmico de Panamá y unos agradecimientos. El texto consta de 438 páginas divididas en lo que parece un prólogo con aspecto de epílogo por el contenido, tres partes y un epílogo. Cada una de las tres partes está dividida en capítulos nu­merados, unos con títulos y fechas y otros sin nada más que un número. Co­mo el libro carece de índice, el lector es incapaz de localizar ninguna de las trein­ta y nueve divisiones que en total forman el libro.

Como en toda novela histórica, los personajes, lugares, fechas o hechos fic­ticios se mezclan con los reales, por lo que el libro debería traer una lista de es­tos para que el lector pueda distinguirlos de aquellos. El lector no tiene forma de saber, por ejemplo, si los Darieni o El Jaguar existieron o si los sucesos vio­len­tos donde murió Elizabeth fueron, como parece, los de la histórica Tajada de Sandía.

Cuando Viejo Roble era enemigo de Howland & Aspinwall, compró u ob­tu­vo opción de compra sobre toda la costa del Istmo desde donde era posible cons­truir el ferrocarril, para impedir de esta forma que esa empresa lo cons­tru­ye­ra. Los dueños de Howland & Aspinwall, iniciaron la obra en Manzanillo que, por ser una isla, no podía pertenecer a Viejo Roble. Hasta ahí vamos bien, pero es evidente que el ferrocarril tendría que pasar de la isla a la costa, por lo que no veo cuál fue la ventaja de iniciarlo en una isla.

El autor menciona con frecuencia la existencia de cocodrilos en las aguas del Istmo, pero los emidosaurios que más abundan en nuestros ríos son los cai­ma­nes.

Página 17 – El autor cita el siguiente pensamiento de Metternich: “Los hombres que hacen la historia no tienen tiempo para escribirla”. Esta frase no me parece muy afortunada. Muchos personajes históricos han hallado tiempo pa­ra alternar la pluma con otras actividades de importancia histórica. Ahí tene­mos a Julio César, a Winston Churchill, a Gregorio Marañón o Santiago Ramón y Cajal, por citar unos cuantos.

Página 19 – El autor dice “los clíper”. Esta adaptación castellana de la palabra inglesa clipper pluraliza en clíperes. Ver el Diccionario panhispánico de dudas.

Página 22 - “Le dio vueltas al mapamundi hasta encontrar el sitio de­se­a­do”. El mapamundi es una superficie plana y para encontrar un sitio en él no es necesario darle vueltas.

Página 22 – “pieles, cueros...” Pieles cueros son la misma cosa.

Página 32 – “la ladera oriental del delta”. Dudo que en el siglo XIX haya existido un delta en la desembocadura del Chagres.

Página 32 – El autor pone en boca de James Baldwin: “el deterioro de los cañones nos ayudará a determinar el calibre del hierro que requeriremos para los rieles de la vía”. Supongo que esos cañones serían de bronce o de hierro y no creo que el deterioro de estos metales sirva como referencia para determinar el deterioro del acero de unos rieles.

Página 33 – Dice que hacen los bongos de guayacán. Me parece que la madera de guayacán es demasiado dura como para hacer bongos con las he­rra­mien­tas que se usaban en el siglo XIX. Hoy, con mejores herramientas, nadie ha­ce cayucos con esa madera.

Página 34 – Las moscas no son como los mosquitos. No son una plaga de noche ni en Chagres ni en ningún sitio. Sólo proliferan cuando hay luz.

Página 36 – “El delta ha quedado atrás”. (Ver página 32).

Página 37 – “Enfundados hasta las narices en nuestros sacos de dormir”. Na­die a orillas del Chagres es capaz de soportar el calor que produce estar en­fun­dado hasta las narices en un saco de dormir.

Página 37 – Iban por la orilla del Chagres y pernoctaron en Buena Vista. La Buena Vista que yo conozco está lejos del Chagres.

Página 40 – Dice que en el Camino de Cruces había adoquines. Un ado­quín es una piedra labrada en forma de prisma rectangular. El Camino de Cru­ces estaba, desde luego, empedrado, pero dudo que con tanta finura.

Página 43 - Dice “granadino” y “granadina”. Debe ser “neogranadino” y “ne­ogranadina”.

Página 44 – Dice “granadina”. Debe ser “neogranadina”.

Página 50 – Dice Elizabeth “mi corta existencia”. ¿Ya sabía cuándo iba a morir?

Página 61 – Preguntar al autor por qué 49 y no 50 los años a los que ten­drían derecho exclusivo a navegar por el Chagres. ¿Por qué no un número redondo?

Página 67 – “pousse café”. Estas dos palabras francesas se usan en in­glés unidas por un guión: pousse-café.

Página 73 – Dice “granadino” Debe ser neogranadino.

Página 79 – La bahía de Hudson no está en Nueva York, sino en Canadá. En Nueva York está el río Hudson que, después de unirse con el East River, for­ma dos bahías consecutivas que en inglés se conocen por Upper New York Bay y Lower New York Bay.

Página 82 – “la instalación de dos nuevas ventoleras”. Una ventolera es un golpe de viento y eso no se puede instalar.

Página 83 – “nos han obligado a permanecer anclados durante cuatro de los seis días que ha demorado la travesía”. Travesía es sinónimo de viaje. Los dí­as que estuvieron anclados no forman parte de la travesía; no pueden ser “cua­tro de los seis días que duró la travesía”.

Página 83 – “Soy uno de los primeros capitanes en darle la vuelta al polo Sur en un barco impulsado a vapor”. El polo Sur está en el centro del continente llamado Antártida, muy lejos del mar. No se le puede dar la vuelta navegando.

Página 94 – No creo que nadie, por loco que esté, pueda o haya podido via­jar por el río Chagres envuelto en un abrigo de piel de oso.

Página 141 – Separa indebidamente la palabra no-sotros. Debe se­pa­rar­se nos-otros.

Página 146 – “Habían apostado todo a una sola baraja”. La baraja es el conjunto de cartas o naipes necesarios para jugar. Se debe decir: Habían a­pos­ta­do todo a una sola carta.

Página 150 – Llama “americanos” exclusivamente a los estadounidenses.

Página 150 – Parece inverosímil encontrar un pianista en un lugar tan sal­va­je como el fuerte Sutter.

Página 163 – La palabra “istmo” debe escribirse aquí con mayúscula ini­cial, porque se refiere exclusivamente al istmo de Panamá.

Página 168 – Dice “deshechos” por desechos.

Página 173 – La palabra “Diario” no se debe escribir con mayúscula ini­cial.

Página 182 – Habla de un Hospital San Juan de Dios en la ciudad de Panamá en el siglo XIX. El único hospital llamado San Juan de Dios de que ten­go noticia en nuestra costa del Pacífico estuvo en la vieja ciudad de Panamá, que fue destruida en 1671. En cambio el Santo Tomás existió en varias u­bi­ca­cio­nes desde 1701 hasta nuestros días.

Página 184 – “El hombre se removió el sombrero”. La acción de quitarse el sombrero o intentar quitárselo como cortesía no es removerse el sombrero.

Página 208 – Dice que el hospital de Panamá se llamaba “San Juan de Dios” (Ver comentario a la página 182).

Página 223 – “Diario”. (Ver comentario a la página 173).

Página 227 – “istmo” con minúscula. (Ver comentario a la página 163).

Página 239 – “istmo” con minúscula. (Ver comentario a la página163).

Página 245 – San Juan del Norte se llama así desde 1539, los ingleses lo rebautizaron Greytown en honor de un gobernador de Jamaica y después volvió a su nombre original. San Juan del Sur se llama así desde 1522 y, desde luego no fue fundado por Cornelio Vanderbilt, como dice el autor.

Página 250 – “otros clientes que seguro también lleva...”. Debe ser llevan.

Página 251 (Nota del editor) – No creo que “en Méjico y América Central” llamen gallinazos a los buitres. Desde Méjico hasta Costa Rica suelen llamar zopilotes a estas aves.

Página 256 – “istmo” con minúscula. (Ver comentario a la página163).

Página 257 – Dice que San Juan del Sur fue fundado por Cornelius Van­der­bilt (Ver comentario a la página 245).

Página 263 – Los gallinazos no comen seres vivos, por muy heridos que es­tén. Lo que los atrae es el olor de la carroña.

Página 264 – Los gallinazos no rematan a nadie. Esperan a que mueran.

Página 264 – “tres toques cortos y dos largos”. Los toques o golpes pue­den ser fuertes o suaves, pero no cortos o largos.

Página 266 – Separa “no-sotros”. Se debe separar nos-otros.

Página 268 – “el delta del Chagres”. (Ver comentario a la página 32).

Página 272 – “Mindi”. Yo he vivido en Colón muchos años y allí siempre he oído pronunciar esta palabra aguda (Mindí). Sin embargo casi siempre que ve­o este nombre escrito (como en este libro) carece de tilde. ¿Ha oído el autor a alguien pronunciar esta palabra llana o grave?

Página 274 – “istmo” con minúscula. (Ver comentario a la página 163).

Página 277 – “papos” es un nombre local. Debería decir hibiscos o ex­pli­car el significado de papos a pie de página.

Página 278 – “Mindi”. (Ver comentario a la página 272).

Página 278 – En Panamá no hay liebres.

Página 279 – “istmo” con minúscula. (Ver comentario a la página 163).

Página 281 – “Mindi” (Ver comentario a la página 272).

Página 283 – Los buitres no les pican a los vivos. (Ver comentarios a la pá­gina 263).

Página 287 – “Mindi”. (Ver comentario a la página 272).

Página 289 – “Mindi”. (Ver comentario a la página 272).

Página 289 – “la gran cafetera”. No creo que en el siglo XIX fueran las cafeteras tan conocidas de los nativos panameños como para que compararan las locomotoras con ellas. Aun en el siglo XXI lo normal es que los campesinos cuelen el café sin necesidad de cafeteras.

Página 290 – “istmo” con minúscula. (Ver comentario a la página 163).

Página 298 – Es inverosímil que en Panamá en el siglo XIX se pudiera costear un hospital exportando cadáveres a los Estados Unidos y Europa a cien dólares el barril. Más inverosímil aún es que esos cadáveres fueran solamente de personas blancas. ¿Hay algo de verdad en esto?

Página 304 – “el fondo del delta”. (Ver comentario a la página 32).

Página 319 – Dice que el Dr. Totten descubrió por casualidad el remedio a la malaria en la quinina del tónico de la ginebra. Esto se descubrió mucho antes, pues la quinina es un alcaloide de la quina y la quina es una planta de Sudamérica cuya corteza ya la usaban los nativos como febrífugo antes de la conquista española.

Página 332 – “istmo” con minúscula (Ver comentario a la página 163).

Página 333 – Los nativos no dirían tucanes, que es una palabra culta para designar estas aves. Los panameños de las áreas rurales siempre los han lla­ma­do picofeos.

Página 333 – “monos perezosos”. Los perezosos son unos mamíferos desdentados que no tienen nada que ver con los monos.

Página 345 – Se usa la palabra linchamiento cuando una multitud se toma la justicia por su mano y ejecuta sin juicio previo a un sospechoso. No creo que en este caso se deba usar la palabra linchamiento porque no fue una multitud quien ejecutó a los reos. Fueron ejecuciones ilegales, pero no linchamientos.

Página 346 – Llama “linchamiento” a la ejecución. (Ver comentario a la página 345).

Página 348 – “linchamiento”. (Ver comentario a la página  345).

Página 349 – “Una paca de mulas fue atacada...”. Una fila de mulas u otros animales de carga no se llama paca, sino recua. Quizá el autor se dejó in­fluir por la palabra inglesa pack animal, que significa animal de carga.

Página 352 – “istmo” con minúscula. (Ver comentario a la página 163).

Página 356 – Llama “linchamientos” a las ejecuciones (Ver comentario a la página 345).

Página 356 – “paca de mulas”. (Ver comentario a la página 349).

Página 364 – “coolies”. Esta palabra inglesa se debe escribir culíes en cas­­­tellano.

Página 364 – “moña”. La forma como llevaban los chinos el pelo en esa é­po­ca no se llama moña, sino trenza.

Página 365 – Separa “no-sotros”. Esta palabra debe separarse nos-otros.

Página 366 – Dice Aspinwall en 1853 que “nuestras leyes” (las de los Estados Unidos) no permiten “el sistema esclavista que implantaron los ingleses en Georgia y Virginia durante la época colonial”. En los Estados Unidos no se a­bo­lió legalmente la esclavitud hasta 1865 con la 13a. enmienda de la Cons­ti­tu­ción.

Página 371 – “Mindi”. (Ver comentario a la página 272).

Página 372 – “Mindi”. (Ver comentario a la página 272).

Página 376 – “largo moño”. Moño es un rodete que se hace con el pelo pa­ra tenerlo recogido. Lo que se hacían los chinos en el pelo era una trenza, no un moño. (Ver comentario a la página 364).

Página 381 – “Mindi”. (Ver comentario a la página 272).

Página 383 – Es poco creíble que uno de los serviles ayudantes de Story se atreviera a noquearlo.

Página 384 – “istmo” con minúscula. (Ver comentario a la página 163).

Página 388 – “pacas” de mulas. (Ver comentario a la página 349).

Página 389 – “los Manchú”. Debe escribirse los manchúes.

Página 390 – “en el idioma chino América se dice Jin San, que significa Mon­taña de Oro”. Le pregunté a un amigo nativo de China y me dijo que en chi­no América se dice algo así como si von ko kamontaña, se dice kau san tan y oro se dice kim. Puede ser que mi informante esté mal informado o haya en­ten­di­do mal mi pregunta, pero creo que merece una investigación por parte del au­tor.   

Página 393 – “los Manchú”. (Ver comentario a la página 389).

Página 394 – “moña”. (Ver comentario a la página 364).

Página 395 – “moños”. (Ver comentario a la página 376).

Página 397 – “moño”. (Ver comentario a la página 376).

Página 400 – “los linchamientos de Runnels”. (Ver comentario a la página 345).



Página 420 – Después de “cristalizar” debe haber puntos suspensivos.

Página 430 – “Mindi”. (Ver comentario a la página 272).

Página 442 – “Un 29 de junio de 1872”. Si se sabe el día, el mes y el año, no se debe usar el artículo indefinido. Se debe decir el 29 de junio de 1872.

Página 443 – “Mindi”. (Ver comentario a la página 272).

Página 444 – “Mindi”. (Ver comentario a la página 272).

Página 446 – “linchar forajidos”. (Randolph Runnels). (Ver comentario a la pá­gina 354).

Página 447 – El hospital San Juan de Dios en la capital. (Ver el co­men­ta­rio a la página182).México: Tercer Foro Permanente en Defensa del Territorio y la Propiedad Social en Oaxaca

Derechas radicales: ni ola imparable ni fenómeno pasajero
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TODOS LOS NÚMEROS:   08) KGOSNI

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The great forest

 26 de abril de 2026

Venezuela peregrina unida por el fin de las sanciones

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Irán. Avisan a EEUU sobre bloqueo naval: Será derrotado en Golfo Pérsico

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Palestina. Ataque israelí contra vehículo policial en Gaza ​deja ocho mártires

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Cuba. Ópera Mundi entrevistó al Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez (+ Fotos y Video)

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Irán. EE. UU. no logrará colapsar la economía iraní, según experto

Pakistán. Irán descarta contactos con EE. UU. en visita de Araghchi a Islamabad

Irán. Desmantelan células hostiles vinculadas a EE. UU. e «Israel»

Irán. No hacemos guerra, sino que nos defendemos: “Defensa no tiene punto final”

Irán. CGRI revela detalles del buque incautado por vínculo con EEUU

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Irán. Control total del estrecho de Ormuz, sin retroceso en derechos nucleares y cartas aún no utilizadas

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Palestina. Votan en elecciones municipales de Cisjordania y Gaza

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Palestina. Handala accede a datos de personal de la Brigada 89 de Israel desde 1986

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Palestina. Maariv: Netanyahu está llevando a Israel al mayor desastre de su historia

Palestina. HRW denuncia saqueos por parte de las fuerzas sionistas

Palestina. Israel mata a 13 palestinos en Gaza; Hamas lo tilda de crímen de guerra

Cuba. Sabotaje eléctrico en Jatibonico: tres detenidos por robo de aceite de transformadores

Cuba. El aporte ruso al triunfo cubano en Playa Girón y las lecciones para Estados Unidos

Cuba. Segundo Convoy europeo “Primero de Mayo” visitó Universidad de Ciencias Médicas de Santiago de Cuba

Cuba. Entrega Rusia donativo de medicamentos

Argentina. Las chicanas de Adorni terminaron encerradas en las cajas de seguridad de su mujer

Argentina. El señor de los anillos

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Argentina. Fallar en contra de los trabajadores tiene su rápida recompensa

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Argentina. Ley de financiamiento universitario: suspendieron la ejecución de la cautelar y el Gobierno sigue sin entregar los fondos

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Bolivia. Transporte pesado amenaza con paro y el urbano desmiente que haya diésel

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Bolivia. Cooperativistas mineros y maestros rompen diálogo y amenazan con derrocar a Paz

Perú. PROHIBIDO OLVIDAR

Estados Unidos. Trump confirma que canceló el vuelo de sus negociadores con Irán: «Tenemos todas las cartas»

Estados Unidos. Trump: «Queremos liderar el campo de la IA y estamos muy por delante de China»

Líbano. Hezbolá advierte que nadie puede forzarla a deponer las armas

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Líbano. Netanyahu ordena atacar «con contundencia» a Hizbulá

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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África. Sudán, la guerra circular

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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África. Crisis alimentaria mundial se concentra en 10 países, según ONU

Resumen Latinoamericano, 25 abril 2026

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Desmantelando la oscuridad: Descolonizando «El corazón de las tinieblas» de Conrad a través de Achebe, Wainaina y Sipalla

 
 
 
 
 
 
 
The great forest

 26 de abril de 2026

Información y análisis de la lucha de los pueblos por su liberación en Medio Oriente en: www.resumendemedioriente.org










7 likes. "Filas interminables en Nueva York para recibir ayuda alimentaria / El Diari
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México: Tercer Foro Permanente en Defensa del Territorio y la Propiedad Social en Oaxaca
 
Red Latina sin fronteras
“Soy el presidente más sionista del mundo”. Nota de Sergio Ortiz.
Sergio Ortiz

Soy el presidente más sionista del mundo”.

Lo dijo Milei, confirmado con lamentables hechos y políticas


LA SEMANA POLÍTICA

Sergio Ortiz. 25 de Abril de 2026


DEFENSOR DEL GENOCIDIO

Aquellas lamentables declaraciones de Javier Milei fueron el 9 de marzo pasado, en la Universidad Yeshiva en Nueva York, privada y judía, de prestigio muy relativo: ocupa el puesto 50 de las universidades estadounidenses. O sea, muy a tono con el mediocre visitante que se proclamó número uno entre los presidentes sionistas. Esto último puede ser, porque si bien el mundo que vivimos dista mucho de ser digno, de todos modos no hay muchos mandatarios que se jacten de ser amigos de Benjamin Netanyahu, el criminal de guerra y primer ministro de un estado genocida como Israel. El “queridísimo Bibi”, como lo llamó Milei en su tercer viaje a Israel, no tiene muchos amigos desde que en noviembre de 2024 la Corte Penal Internacional emitió una orden de detención en su contra por el genocidio contra Gaza.


Al 25 de abril pasado, el Ministerio de Salud palestino reportaba 72.585 muertos palestinos y 172.370 heridos. Miles de cuerpos aún están bajo los escombros, por lo que el número de víctimas es mayor, muchas mujeres y niños. Israel no deja entrar ayuda humanitaria, sigue asesinando civiles aún luego del alto al fuego, también los mata de hambre y de frío, etc. Y como si eso fuera poco también bombardeó a Irán y El Líbano, asesinado allí a 250 personas en un solo día a pesar de estar vigente el alto al fuego entre Irán y Estados Unidos.


Durante su viaje número 14 a EEUU, el sionista de Argentina mintió sobre Irán, haciéndolo responsable de dos ataques terroristas (1992, Embajada de Israel en Buenos Aires y 1994, edificio de la AMIA). La república islámica siempre negó semejante responsabilidad y la “justicia” argentina, inclinada del lado israelí, nunca probó aquellas acusaciones falsas y flojas de papeles. Milei las repite como si fueran verdades reveladas en el Muro de los Lamentos.


El seudo libertario también tiene entre sus líderes al magnate republicano, aunque no dijo “soy el presidente más trumpista del mundo”. Ese personaje viene en baja en todo el mundo, por promover primero la guerra de los aranceles y luego las guerras propiamente dichas, contra Irán y Palestina, junto con Israel, y su invasión en Venezuela, donde secuestraron al presidente Nicolás Maduro y su esposa Cilia Flores, más el recrudecimiento del bloqueo a Cuba y los planes de agredirla militarmente.


Al menos una parte de la ciudadanía ha tomado nota que el gobierno de LLA ha alineado al país del lado imperialista y sionista. O sea de la guerra, el genocidio, la injusticia extrema, las bombas atómicas, el dólar, el colonialismo, el racismo y lo peor de los seres inhumanos. Esta vergüenza no se cura ni con diez campeonatos mundiales de fútbol.


DISPAROS EN LOS PIES

Al día siguiente de regresar de Israel, Milei recibió en la Casa Rosada al CEO de Palantir, Peter Thiel. Es un multimillonario con 20.000 millones de dólares de fortuna personal, dueño de una de las llamadas big-tech, o sea las grandes tecnológicas, junto con Amazon, Google, Meta, Microsoft, etc. Hablando en criollo, son monopolios que se adueñaron del negocio de la informática, hoy de los centros de datos, con fuerte influencia política internacional. La empresa de Thiel se centra en el análisis de datos utilizado por agencias de espionaje y militares como el Pentágono y la CIA estadounidenses, y el Mossad y las agencias de Israel.


Palantir está alineada con la Administración Trump y hace campaña para que el actual vice, JD Vance, sea el próximo titular de la Casa Blanca, y tiene fuertes vínculos con los planes militares de Netanyahu. Thiel considera que la democracia ya fue y es la hora de la seguridad, de la que él y otros pulpos informáticos serían garantía. Algunos analistas llaman a esta casta como “tecno-feudales” porque son amos del mundo en base a sus grandes empresas. Este cronista prefiere llamarlos “tecno-imperialistas” porque son una rama más modernosa del capital imperialista que quieren dominar el mundo y ganar fortunas, apelando al espionaje, las amenazas de guerras y las guerras concretas, en coordinación con el capital financiero concentrado que tiene como paradigma a fondos como BlackRock.


Trump, Netanyahu, Thiel y Milei son parte del mismo bando, sólo que los tres primeros son parte de los dueños de un mundo (que de todos modos tiende a escaparse de su control), y el cuarto es apenas un aplaudidor serial del trío. Un pobre tipo que junta unos miles de dólares con cripto estafas como LIBRA y lo descubren la toqueMilei los imita en su forma fascista y antidemocrática, por ejemplo elude cumplir con la ley de Financiamiento Universitario y la referida a los fondos para Discapacidad. Al facho no le importa que el Congreso aprobara leyes al respecto, que él vetó pero ambas cámaras insistieron y de todos modos no la cumple. Es autoritario o facho como el trío.


Por eso el 12 de mayo habrá una Cuarta Marcha Federal Universitaria que congregará a miles de docentes, estudiantes, no docentes y público en general, defensores de la Educación Pública, al revés del presidente que ama a universidades privadas y foráneas como la Yeshiva. Hubo protestas del colectivo de la discapacidad (discapacitados, familiares, prestadores, profesionales, etc). Había lisiados en silla de ruedas, niños con síndrome de Down, madres desesperadas, etc. Ahí se vieron carteles y banderas impactantes. Acá elegimos uno: “Milei, Somos los terapeutas que no tuviste de chico”. Milei touché.


Meterse con jubilados, universidades y discapacidades da cuenta de lo cruel del ajuste fondomonetarista en curso desde 2023. También por supuesto es hacerlo con los trabajadores mediante la reforma esclavista. Es agredir a sectores que la mayoría quiere defender, más allá de la edad: todos piensan llegar a viejos y querrán una jubilación digna, no la mínima de $380.319, más el congelado bono de 70 mil pesos.

CALLE, FALTA CALLE

Otro tiro, de menor calibre que aquellos, se lo pegó el gobierno en los pies con la prohibición de ingreso a 60 periodistas acreditados en la Casa Rosada. Argumentó que hacían “espionaje ilegal”. La acusación fue contra uno de TN, Ignacio Salerno, del programa de Luciana Geuna, por ingresar con lentes que sirven para filmar (los usa Patricia Bullrich en el Senado). Entre esos periodistas puede haber algunos críticos del mileísmo, aunque varios ya habían sido raleados (El Destape, por ejemplo). Otros fueron siempre de derecha, jodidos, como Liliana Franco. La prohibición les tocó a todos, incluso a los derechistas, también rociados por los insultos (“basuras inmundas”) que el facho les disparó desde sus redes. Hasta Adepa y Fopea, la primera dominada por Clarinete, tuvieron que sacar comunicados de repudio, que no convierten a Héctor Magnetto en héroe ni en opositor neto a Milei.


Opina Argentina informó que la imagen positiva de Milei había caído del 46 por ciento en enero pasado al 28 de abril. Según sus datos hay un 66 por ciento que lo reprueba contra un 28 que lo sigue apoyando y un 6 por ciento de indecisos. Son números muy preocupantes para el oficialismo y muy interesantes para la tibia oposición, ambos pensando en las presidenciales del próximo año. Antes se decía que los dirigentes peronistas, como los tiburones, se activaban cuando olían sangre del adversario. El dicho parece actual porque los adormecidos durante largos meses ahora se empezaron a mover en el plano propagandístico, parlamentario y electoral, no así en el de la “Lucha de calles, lucha de clases” (libro de Beba Balvé). Anda primereando Axel Kicillof, que atrae a más dirigentes de fuera de su Movimiento al Futuro. Lo critican la derecha peronista (Guillermo Moreno) y también, paradojalmente, desde las filas K, que por eso deben doler más, la pluma de Horacio Verbitsky y un sector del cristinismo.


Lo cierto es que el gobierno viene cayendo. Un motivo es la brutalidad del ajuste que no deja industria nacional ni puestos de trabajo en pie, amén del ataque a jubilados, universidades, Salud, discapacitados, trabajadores, obra pública, cultura, periodistas, etc. El otro factor muy importante fue el caso de Manuel Adorni, Jefe de Gabinete corrupto, mentiroso y adquirente de varias propiedades que exceden en tiempo y monto su capacidad legal. No es un caso aislado pues se suma al de LIBRA, las coimas de Andis, los préstamos millonarios del Banco Nación y un largo etcétera.


¿Cómo salir de esta pesadilla? La oposición parlamentaria está pensando en las elecciones de 2027. Le teme horrores a la lucha de calles. Ídem la CGT nacional: en vez de paros y plan de lucha optó por una cautelar ante la In Justicia. Primero celebró el fallo del juez Raúl Ojeda que paralizó 82 artículos del engendro esclavista llamado “modernización laboral”. Pero luego vino la Cámara del “Trabajo” y dos jueces, sin analizar el fondo de la cuestión, aceptaron la apelación del gobierno y anularon la cautelar. Por lo tanto, la esclavitud está legalmente reestablecida en su totalidad. Tendrán que volver a leer el libro de Beba Balvé referido al Cordobazo de 1969. Al triunvirato de la CGT de Azopardo 802 y varios más, que no lo leerán, se les puede decir “Es la lucha de calles, estúpidos”.


Leer la nota completa en

https://plsergio.wixsite.com/lasemanapolitica/post/soy-el-presidente-m%C3%A1s-sionista-del-mundo



--
Sergio Ortiz
facebook.com/sergio.ortiz.906
twitter: @Sergioortizpl


https://radiokurruf.

26 DE ABRIL DE 2026

Derechas radicales: ni ola imparable ni fenómeno pasajero.
Revista Jacobin

Derechas radicales: ni ola imparable ni fenómeno pasajero

Esta semana en Jacobin

Un tributo al cine revolucionario iraní

Diploma Superior Clacso-Jacobin


ÁFRICA EN RESUMEN: Boletín sobre la realidad africana editado por Resumen Latinoamericano y del Tercer Mundo (N° 37,

Pensamiento Crítico. Maan Bashour: El futuro de la nación depende de la resistencia

Por Lucas Handley 

La presencia militar de Estados Unidos en América Latina es un elemento clave en su estrategia de seguridad y defensa global. Países como Panamá, Puerto Rico, Colombia y Perú desempeñan un papel fundamental en la protección de intereses estratégicos y en la proyección del poder militar estadounidense en la región. En un contexto de tensiones internacionales, estas bases podrían ser determinantes para que EE.UU. mantenga su hegemonía y garantice su seguridad ante cualquier conflicto global.www.liberacion.cl

"Escribo tu nombre en las paredes de mi ciudad…" (Paul Eluard)


 

https://radiobilingue.org/es

ImageEdición Semanaria (Sp/Eng) - Radio Bilingüe

mediante mailchimpapp.net

Qué hacer cuando entre en efecto plan de Trump sobre la inmigración.Por Marco Vinicio González....,

https://radiobilingue.org/es

ee uu 2

 

https://radiobilingue.org/es

Migrantes.NINGUN SER HUMANO ES ILEGAL.por Melinka.2025.Movimiento de La Peña del Bronx. 


https://poderpopularcomunitario.blogspot.com

Economía.Cómo sería EE.UU. sin inmigrantes....,

Movimiento de La Peña del Bronx.


https://eldiariony.com/
RESISTENCIA MAPUCHE.

Nación Mapuche. Ordenan la captura de Cruz Cárdenas por rebeldía

 en la causa de usurpación en el Parque Nacional Los Alerces


Saxon Rold
From: Black Alliance for Peace

National Immigrant Solidarity Network | Action LA Network.

World Health Organization (WHO) COVID-19 

epidemiological update – Special edition - 24 December 2024

isn-request@lists.riseu

New York, NY: Arrestees Speak Out, Denouncing the 

Chinese-American Planning Council’s (CPC) Violence and Lies!

Siuhin

Columbia University’s Secret Disciplinary Process for Students Critical of Israel

As Trump threatens sweeping action against “illegal protest” on college 

campuses, Columbia is already using secret processes to punish pro-Palestine students

http://www.ImmigrantSolidarity.org

16 DE NOVIEMBRE DE 2025

PEOPLE POWER.

Chile Archive

26 DE ABRIL DE 2025

https://www.lahaine.org/
lahaine.orgEuropa :: 26/04/2026.

Cuento de hadas x Andrea Zhok.

La única víctima sacrificial de la guerra de agresión israelí-estadounidense contra Irán es —¿quién lo hubiera imaginado?— la propia Europa, tras dispararse repetidamente en el pie,,,,,,, Mundo :: 26/04/2026.

América Latina: Luchar en tiempo de imperios, guerras y cacerías medievales x Llanisca Lugo.

El movimiento popular de estos últimos años ha dejado atrás la postura de extrañamiento con la toma del poder: lo disputa con formas políticas que crea y ensaya a nivel local y nacional,

Medio Oriente :: 26/04/2026.

Ni la 'teoría del loco' le funciona a Trump x Carlos Fazio.

Si el enemigo no pudo tomar sus capacidades nucleares y militares en el campo de batalla, ¿por qué Irán habría de entregarlas en la mesa de negociaciones?......,Brasil :: 26/04/2026

Una reelección más incierta (y más necesaria) que nunca x Valerio Arcary.

O la campaña de Lula adopta un perfil de izquierda y se compromete con un cambio favorable en las condiciones de vida o nos enfrentaremos a dificultades insuperables......,

Medio Oriente :: 26/04/2026.

La lógica oculta tras el bloqueo de los estrechos x Alejandro Marcó del Pont.

¿Y si el cierre de los estrechos no es una consecuencia indeseada de la guerra, sino el propósito central del imperialismo?.......,Medio Oriente :: 26/04/2026

Mujeres y niñas palestinas sufren abusos brutales en las cárceles israelíes x Victoria Brittain.

Más de 700 mujeres y niñas palestinas han sido detenidas en Cisjordania, Jerusalén y Gaza desde que comenzó el genocidio......,Europa :: 25/04/2026...

Vasco Gonçalves, el general del pueblo x Miguel Urbano Rodrigues.

Es comprensible la hostilidad de la burguesía portuguesa a Vasco Gonçalves, el principal protagonista de la revolución del pueblo portugués en 1974 contra la dictadura de Salazar ......,

Medio Oriente :: 25/04/2026

“El sionismo no es reformable”: las “heridas morales” de Israel y su colapso moral

Conflicts Forum Substack
«Lo que Israel necesita es una terapia de choque. Aún no ha llegado a identificar los límites de su propio poder, porque esos límites se encuentran en Washington»
Mundo :: 25/04/2026.

Perú: Difícil de creer x Eugenio Zaffaroni y Guido Croxatto.

La historia se repite. Racismo o democracia, deberíamos decir. Otra vez. Hace 4 años decían "los indios no saben votar". Ahora quieren volver a Cajamarca y a Puno a anular sus votos......,Venezuela :: 25/04/2026

Venezuela: «La guerra es inevitable, la confrontación es inevitable x Andoni Baserrigorri.

«Nuestro Pueblo es como el cuero seco, lo pisas por un lado y se levanta por el otro». Entrevista con Mario Silva, director de «La Hojilla», comunicador y comunista
Europa :: 25/04/2026

Portugal: 25 de Abril de 1974 – 25 de Abril de 2026 x Jornal Maio.

El 25 de Abril de 1974 el pueblo salió a la calle desobedeciendo al Movimiento de las Fuerzas Armadas (MFA), que le había dicho que se quedara en su casa......,Chile :: 25/04/2026

Un mes de gobierno de ultraderecha y ya los trabajadores chilenos enfrentan un completo desastre x Celso Calfullan..

Ya comenzaron las movilizaciones masivas, como la ambientalista del 22 de marzo, o la de los estudiantes secundarios y universitarios el 26 de marzo......,Medio Oriente :: 24/04/2026.
Que la izquierda internacional sepa que los trabajadores iraníes, con su arduo trabajo, han resistido por sí solos las sanciones y las guerras, legitimadas por su obstinado silencio......,Cuba :: 24/04/2026

Manolo de los Santos: “Fidel no daba discursos, dirigía cursos de formación política” x Frank Martínez Rivero.

Sobre la Conferencia Magistral “La palabra hecha Revolución: Fidel y la comunicación” del director de The People's Forum en el V Coloquio Internacional Patria, en La Habana......,
Mundo :: 24/04/2026

Lenin y la dialéctica del socialismo X Gabriel Rockhill.

Muchos en la izquierda occidental se limitan a comparar la imagen que tienen en su mente de una sociedad comunista perfecta con las sociedades socialistas existentes, y denigran a estas últimas
 

(I): Genocidio sin

 precedentes X Claudio Katz - La Haine.

El 
crimen de Gaza no es ocultado. Es una matanza planifica
da
 que ha tornado indiscutible la calificación de genocidio. 
Se desenvuelve en el marco de una ocupación y no de un mero conflicto......,Medio Oriente :: 

Claudio Katz: En Argentina sólo 

hay dos alternativas x  

Resumen Latinoamericano /

 Claudio Katz....,:: 

26 DE ABRIL DE 2026

REBELION. 

26 DE ABRIL DE 2026


¿Cuándo se podrían reactivar los beneficios 
SNAP en Estados Unidos? Esto reveló el gobierno de Trump
Leer más.sabado,16 de NOVIEMBREDE 2025  .

26 DE ABRIL DE 2026

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Correo de los Trabajadores
25 DE ABRIL DE 2026
https://www.elclarin.cl/

https://www.elclarin.cl/ 

LA HABANA,26 DE ABRIL DE 2026


Día del Idioma Español

El idioma fecundo

Cultura

Honremos nuestra espléndida lengua con amor y cuidado, hay que velar por ella contra lo chabacano, contra aquello que la rebaja como trapo de mala cocina